Negócios em alta em 2019. É isso que muitos empreendedores buscam neste momento, em que o ano se encaminha para o final com uma perspectiva positiva para a economia.

Já está mesmo na hora de planejar o próximo ano. Afinal, um bom planejamento não se constrói da noite para o dia.

Então, que tal começar conhecendo os negócios que são tendência no momento? Neste artigo, preparamos uma lista e mais dicas para você.

Existem negócios em alta para 2019?

Os últimos anos não foram animadores para o mercado. Mas quem tem o objetivo de abrir uma empresa já pode começar a planejar sua estreia no empreendedorismo em 2019.

A verdade é que o cenário econômico que se desenha é bem mais otimista do que o de 2017 e 2018.

Há ainda muitas certezas na economia, mas o Banco Central prevê crescimento. Dependendo da aprovação das reforças e do novo governo, a alta do Produto Interno Bruto pode surpreender positivamente.

E se a instabilidade continua, nada mais natural que os negócios em alta se mantenham também próximos daqueles anunciados para este ano.

A diferença agora é que, se você perdeu a oportunidade, está ganhando uma nova para, enfim, montar uma boa estratégia para tirar sua empresa do papel.

Negócios em alta entre pequenas empresas

1. Alimentação alternativa

As condições de intolerância ao glúten e à lactose não surgiram agora, mas enfim o mercado percebeu que há uma fatia considerável a atender.

São promissores negócios voltados a produtos livres de glúten e de lactose. Para 2019, o amadurecimento do setor deve multiplicar os resultados.

E nunca é demais lembrar que, especialmente sobre a ausência de glúten, há outro segmento bastante interessado, apesar de não haver restrição alimentar: estamos falando do mercado fitness.

2. Biojoias

Marcas de beleza próprias da nossa terra. É a partir desse conceito que o mercado de biojoias cresce e surge como opção interessante para quem deseja ter a sua primeira empresa.

Biojoias são artigos do tipo bijuteria cuja confecção utiliza itens sustentáveis como matéria-prima. Podem ser pedras, folhas e sementes, por exemplo.

Além de ser um produto diferenciado, as maiores chances de sucesso estão em espaços voltados ao turismo e em cidades com forte apelo para receber visitantes.

3. Brechós

Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com tempos de crise, como agora.

Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos.

4. Consertos e reformas

Esse é um setor que repete o entendimento que se aplica aos brechós. Se não há como comprar um artigo novo, melhor e mais barato é consertar ou reformar o antigo. Além da economia, sempre importante no atual cenário, tem ainda o apelo sustentável da ação.

Quem deseja abrir um negócio próprio em 2019 pode olhar com carinho para opções como conserto de eletrodomésticos e reforma de roupas.

5. Cosméticos

Quando falamos em repetição entre os negócios em alta, não poderia faltar o empreendedorismo na área de cosméticos e beleza. Afinal, a crise permanente até pode amenizar a necessidade de as pessoas se sentirem bonitas, mas não consegue esfriar o mercado.

E nunca é demais lembrar que, cada vez mais, os homens têm participado como clientes fiéis. A entrada com tudo do público masculino deu um novo gás ao setor e quem tem direcionado esforços a esse perfil vem faturando bem.

Outro apelo forte na área de cosméticos diz respeito ao uso de produtos naturais, menos agressivos tanto à pele como à própria natureza.

6. Coworking

Há razões diversas para enxergar nos espaços de coworking uma forte tendência para 2019. A primeira delas é o crescente interesse por negócios de economia compartilhada, onde o conceito de dividir é muito forte.

Mas há outro fator que ajuda a impulsionar o segmento: o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa. Como nem sempre o home-office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking se revela uma ótima alternativa.

7. Desenvolvimento de aplicativos

Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Mas há uma inquietação sobre esse mercado: não se sabe até onde ele pode ir, só há certeza de que vai longe.

Os smartphones são cada vez mais uma parte da vida das pessoas, deixando de ser um acessório para se transformar em um item de primeira necessidade. Por isso, aplicativos desenvolvidos com foco em soluções práticas nunca deixam de ter mercado.

Além deles, há uma tendência para soluções com data de validade, porém de grande utilidade, como apps relacionados a grandes eventos.

8. Drones

Há aplicações diversas para esses dispositivos voadores, desde operações industriais até o lazer, sem esquecer do seu uso crescente no agronegócio. Não há como deixar a fabricação de drones de fora dos negócios em alta, pois acredita-se que há um potencial ainda inexplorado quanto ao seu uso comercial.

A grande expectativa para os próximos meses se dá quanto ao comportamento do mercado a partir da regulamentação do uso de drones pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o que ocorreu no início de maio.

9. Infoprodutos

Não é exagero dizer que o mercado de produtos digitais no Brasil ainda engatinha diante de tantas possibilidades abertas pela internet. No entanto, hoje já há exemplos de muita gente que literalmente faturou milhões começando do zero.

Isso não significa a garantia de lucro fácil, mas de que há demanda para a oferta. Infoprodutos podem envolver todo o tipo de solução digital, como livros, aulas e palestras. E o melhor de tudo é que dá para começar tendo apenas um computador como estrutura.

Negócios em alta entre pequenas empresas

10. Leitura biométrica

Muita gente relaciona a leitura biométrica a situações nas quais a impressão digital é verificada, como ocorre nas eleições. Mas esse é um uso muito pequeno entre todos aqueles que já estão trazendo um pouco do futuro aos dias atuais.

Além das digitais, a tecnologia utiliza também o reconhecimento facial e de retina. Já há no mercado smartphones nos quais o bloqueio e desbloqueio de tela é por meio da leitura biométrica, por exemplo.

Mas seus usos vão muito além, desde a identificação de funcionários autorizados para entrada em áreas restritas até a coleta da digital de clientes em caixas eletrônicos.

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